quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Postos da zona Norte precisam de médicos

Fonte: ABRASUS - 24 de novembro de 2011.

A Abrasus acompanhou a Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara Municipal de Porto Alegre em visitas a quatro postos da gerência Norte/Eixo Baltazar. A falta de médicos é notória para atender uma população de mais de 200 mil pessoas, dos bairros Rubem Berta, Passo das Pedras e Sarandi.

A secretária geral da Associação Brasileira em Defesa dos Usuários dos Sistemas de Saúde (Abrasus), Marly Büttner, reforçou as queixas da comunidade: “As pessoas reclamam bastante de falta de médico, e é preciso madrugar no posto para conseguir ficha, sendo que a zona é perigosa”.

Em todos os locais visitados, há carências.  Na Unidade do Passo das Pedras, a área de cobertura de 30 mil pessoas conta com apenas dois médicos fazendo revezamento no atendimento e nas consultas. Na UBS Ramos, faltam dois médicos clínicos. Na ESF Santa Maria, uma das duas equipes está incompleta, embora a dedicação dos profissionais tenha recebido cumprimentos. No posto Beco dos Coqueiros, há desfalques.

A dificuldade de reposição de profissionais que se aposentam decorre dos baixos salários oferecidos e da violência. A região precisa de 10 novas equipes de saúde da família para desafogar as demandas. Na tentativa de mediar os conflitos e achar soluções no Executivo municipal, a Cosmam agendou reunião no Conselho de Saúde da localidade para o dia 12 de dezembro, às 17 horas.

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Quatro emergências de Porto Alegre estão superlotadas e uma tem atendimento restrito

No Hospital Ernesto Dornelles, atendimento é só para casos de urgência e tempo de espera chega a quatro horas

Fonte:  Site Diário Gaúcho - 23 de novembro de 2011.

Quatro emergências adultas que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Porto Alegre apresentam superlotação na noite desta quinta-feira. Duas delas operam com mais do que o dobro da capacidade e uma, com o triplo. Além disso, em outra emergência, o atendimento é restrito apenas a casos mais graves.

No Hospital de Clínicas, a situação é semelhante à registrada nesta manhã, quando a direção emitiu um alerta solicitando à população de Porto Alegre e Região Metropolitana que evitasse procurar a instituição em casos mais simples, "procurando os pronto-atendimentos ou postos de saúde de suas cidades".

Durante a manhã, o Clínicas atendia mais de 140 pacientes, sendo que o número de leitos é de apenas 49. À noite, o número de pacientes atendidos era de 135.

Outro hospital que enfrentava superlotação era o Conceição. Existem 50 leitos para atendimento, e o número de pacientes à noite era de 131. Já no Hospital São Lucas da PUCRS, onde há 15 leitos, eram atendidos 47 pacientes — mais que o triplo da capacidade.

No Hospital Ernesto Dornelles, também superlotado, o atendimento estava restrito a casos de urgência e o tempo de espera chegava a quatro horas.

No Hospital Santa Clara, onde o atendimento estava restrito até as 12h desta quinta-feira, o atendimento à noite era normal. Nos demais hospitais do Complexo Santa Casa, havia vagas apenas na emergência do Santo Antônio.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Tapejara inaugura centro para tratar a doença de Fabry

Estima-se que 25 mil pessoas sofram da doença no mundo, e, destas, cem estariam no Estado

Fonte:  Site Zero Hora - 21 de novembro de 2011.

É no quarto 29 do Hospital Santo Antônio, em Tapejara, que pacientes de uma doença rara – cuja maior incidência no Estado é na Metade Norte – encontram, a partir de hoje, a esperança de uma vida melhor. Berço da associação gaúcha de portadores de Fabry, o município no norte do Estado inaugura hoje o primeiro centro de tratamento no interior gaúcho.

Acidade tornou-se referência no tema, especialmente, pelo drama da família Slongo. Dos 10 irmãos, sete desenvolveram a doença – destes, quatro morreram. Só em 2005 eles diagnosticaram o motivo: Fabry, doença hereditária que, devido à deficiência ou ausência da enzima alfa-galactosidase A, pode levar à morte.

No mundo, estima-se que há 25 mil portadores da doença. Destes, pelo menos 220 estariam no Brasil e cem no Estado. Na Metade Norte, há 53 em 10 municípios. Não há uma explicação sobre a maior incidência na região, mas suspeita-se que seria fruto de casamentos consanguíneos, em especial de descendentes italianos.

As dores em Ario Slongo começaram aos seis anos, mas só três décadas depois ele descobriu que o imaginado reumatismo era fruto da doença. Com medicamento garantido na Justiça devido ao alto custo, ele lamenta só ter podido estudar até a 7ª série e jamais ter conseguido trabalhar.

– O sacrifício é imenso. Meu maior sonho é viver sem dor – revela Ari, 43 anos, que mal consegue caminhar devido às complicações da doença.

Quem o ajuda na rotina diária é a mulher Adriana Coronetti Slongo, 39 anos. Após peregrinar até conseguir na Justiça o direito ao tratamento, avaliado em cerca de US$ 15 mil mensais, ela fundou em 2007 a Associação Gaúcha de Pacientes Portadores de Doença de Fabry e Familiares.

Atualmente com 80 membros, a entidade se transformou em referência e um alento aos portadores. Além de intermediar problemas jurídicos, a associação formou uma rede de profissionais que garante atendimento médico gratuito. Uma vitória, já que a doença não está na lista do SUS.

Há três anos, um quarto do Hospital Santo Antônio foi cedido aos pacientes de Fabry e se tornou o embrião para o Centro de Atendimento aos Portadores de Fabry Natalino Slongo, homenagem ao primeiro paciente diagnosticado em Tapejara, morto há dois anos.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Brasil vai fabricar equipamento que detecta HIV com apenas uma gota de sangue

Rubéola, sífilis, toxoplasmose e hepatite B também poderão ser diagnosticadas com o novo aparelho

Fonte:  Site Zero Hora - 18 de novembro de 2011.

O Brasil vai produzir e utilizar na rede pública um aparelho para teste rápido de HIV, rubéola, sífilis, toxoplasmose e hepatite B em gestantes com apenas uma gota de sangue. O acordo para fabricação do equipamento foi assinado ontem entre o Instituto Carlos Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Paraná, e a empresa de equipamentos médicos e hospitalares Lifemed.

Criado pela Universidade Federal do Paraná, o kit, que inclui o aparelho e os materiais necessários aos exames, pode diagnosticar as doenças em até 30 minutos. Atualmente, o resultado dos exames leva semanas para ficar pronto. Por ser portátil, o equipamento pode ser levado a áreas de difícil acesso, à periferia das grandes cidades e à zona rural.

O kit nacional chegará ao Sistema Único de Saúde (SUS) somente em 2014. Com ele, o Ministério da Saúde espera, entre outros objetivos, reduzir a taxa de prevalência das doenças entre grávidas a partir do diagnóstico rápido e precoce no pré-natal, uma das metas do Programa Rede Cegonha, lançado este ano pela presidenta Dilma Rousseff. A cada ano são registrados, por exemplo, 19 mil casos de sífilis congênita no país.

— Esse equipamento, com o tempo, pode incorporar o diagnóstico de outras doenças infecciosas e podemos ampliar (o uso) não somente para o pré-natal, mas para toda a rede básica — disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Segundo o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, o aparelho tem potencial para diagnosticar cem tipos diferentes de doenças. Cada kit pode ser usado por até cem pacientes.

O ministério irá gastar cerca de R$ 950 milhões com a compra gradual das unidades no período de cinco anos. A economia para os cofres públicos é estimada em R$ 177 milhões de reais com a redução de importações e outros custos. Em 2014, serão comprados 2 milhões de kits. Em 2019, o montante será elevado para 10 milhões de unidades. De acordo com Padilha, em cinco anos, os kits nacionais serão suficientes para abastecer a rede pública em todo o país. Cada kit vai custar R$ 30,40 no primeiro lote de compras, em 2014. Com o aumento das encomendas, o preço de cada equipamento deve cair para R$ 21,50 em 2019, segundo estimativa do próprio governo.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Fique atento aos sintomas da meningite

Doença pode matar até 30% dos bebês, se não for tratada

Fonte:  Site Zero Hora - 16 de novembro de 2011.

Febre alta, dor de cabeça e rigidez na nuca são sintomas frequentes de meningite. A doença pode evoluir gravemente em poucos dias ou até em horas, dependendo do agente causador. Por isso, é preciso ficar atento ao sintomas, que podem vir acompanhados de náuseas, vômitos, fotofobia, confusão mental e abatimento. Quando do tipo bacteriana, a doença é fatal em até 30% dos casos em recém-nascidos e 37% em adultos, se não for tratada.

A meningite é uma inflamação das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. A doença pode ser causada por bactérias, vírus e fungos. De acordo com o pediatra Marcelo Reibscheid, em recém-nascidos os sintomas clássicos podem estar ausentes, o que dificulta o diagnóstico.

Chamam a atenção sintomas não específicos, como irritabilidade, choro intenso, gemência e vômitos.

— A prevenção deve ser feita pela vacinação e não indo para locais com surto, mas de forma eficiente, somente a vacinação — orienta o médico.

Adultos também podem sofrer com a meningite, se não estiverem vacinados. As meningites bacterianas podem afetar o nervo acústico e causar surdez permanente, danificar o cérebro, levar a dificuldades de aprendizagem, cegueira e até a morte. O risco de morte é maior em recém nascidos (entre 20 e 30%) e cai para 2% em crianças mais velhas. Entre adultos, a taxa de mortalidade sobe de novo para 19 a 37%.

— O risco de morte é previsto por vários fatores além da idade, como o tempo que leva para o diagnóstico e a gravidade da doença generalizada, daí a importância de identificar precocemente os sintomas — explica Reibscheid.

A transmissão ocorre por meio do contato direto entre pessoas que convivem em um mesmo ambiente, quando o doente expele gotas e secreções do nariz e garganta. Há vacinas contra alguns tipos de meningite disponíveis no calendário oficial de imunização das crianças, grupo com maior risco de contrair a doença.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

ABRASUS participa de reunião do Fórum em Defesa do SUS

Fonte: ABRASUS - 14 de outubro de 2011.

A presidente da ABRASUS, Terezinha Alvez Borges, participou de reunião do Fórum em Defesa do Sistema Único de Saúde no último dia 11, na sede do Sindicato dos Municipários de Porto Alegre (Simpa). No encontro, as entidades integrantes do grupo debateram a formalização de Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a Lei Municipal que criou uma fundação pública de direito privado para gerir a Estratégia de Saúde da Família (ESF) na Capital. O Fórum irá ajuizar a ação contrária ao estabelecimento do chamado Instituto Municipal de Estratégia de Saúde da Família (IMESF) no Tribunal de Justiça do Estado do RS. A ABRASUS é uma das autoras do termo.


Diabetes causa uma morte a cada dez segundos em todo o mundo, alerta federação

Foco da campanha global no Dia Mundial do Diabetes é orientar a população para prevenir a doença

Fonte:  Site Zero Hora - 14 de novembro de 2011.

Estima-se que haja, pelo menos, 300 milhões de pessoas com diabetes em todo o mundo, e no Brasil, são cerca de 11 milhões de portadores, segundo dados do Ministério da Saúde e de sociedades médicas.

No Dia Mundial do Diabetes, lembrado nesta segunda-feira, 14 de novembro, o foco da campanha global, pelo terceiro ano seguido, é orientar a população para prevenir a doença, que mata uma pessoa a cada dez segundos no mundo — conforme estatística da Federação Internacional de Diabetes, ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS).

O desconhecimento sobre o que é a doença, os sintomas e o tratamento tem sido um dos obstáculos para conter essa epidemia global. A própria federação internacional estima que metade das pessoas não sabe que tem diabetes. Apesar de muitos brasileiros terem um parente ou amigo com a doença, parte deles não sabe como evitá-la.

— Muitos têm contato, mas não conseguem ajudar a pessoa próxima [com a doença]. E ficam incapazes de prevenir nelas mesmas — alerta o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Diabetes, Walter Minicucci.

O diabetes tipo 2, que atinge mais pessoas, ocorre quando há aumento da taxa de açúcar (glicose) no sangue. Os sinais mais comuns são a sede excessiva, a perda de peso, a fome exagerada, a vontade de urinar muitas vezes, a difícil cicatrização de feridas, a visão embaçada, o cansaço e infecções frequentes. Alguns dos fatores de risco são a obesidade, o sedentarismo e o histórico familiar com casos da doença.

A prática de exercícios físicos e a alimentação equilibrada ajudam a evitar o diabetes tipo 2, que não tem cura. Quando o diabetes não é tratado, aumenta o risco de o paciente ter um ataque cardíaco, ficar cego ou sofrer amputação de uma perna.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Brasil não está livre de nova epidemia de influenza A (H1N1), alerta especialista da OMS

Pesquisadora do do Instituto Oswaldo Cruz sugere que o país melhore seu sistema de alerta

Fonte:  Site Zero Hora - 09 de novembro de 2011.

O Brasil não está livre de enfrentar nova epidemia de influenza A (H1N1) — gripe suína como a que atingiu o país em 2009. O alerta é de especialistas que participam da conferência internacional Antivirais para Influenza: Eficácia e Resistência, até quinta-feira, no Rio de Janeiro.

— O risco de uma pandemia de H1N1 é o mesmo de antes. Pode ser um outro vírus da influenza que seja novo para a população, que o sistema imune das pessoas não reconheça. É um vírus extremamente traiçoeiro e pode nos pegar de surpresa — disse o representante da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), Otávio Oliva. A Opas funciona como escritório regional da Organização Mundial da Saúde (OMS) para o continente americano.

Para evitar o que aconteceu há dois anos, quando o governo foi surpreendido pela pandemia da gripe, a pesquisadora Marilda Siqueira, chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios do Instituto Oswaldo Cruz, disse que o Brasil precisa aperfeiçoar o seu sistema de alerta:

— O Brasil está com um sistema que precisa ser muito melhorado. Não está sendo homogêneo em termos de coleta de amostras e dados. E isso leva a que não se tenha um conhecimento completo sobre o que está acontecendo no país com o vírus Influenza. Nem todos os estados estão com um bom sistema de vigilância.

De acordo com a pesquisadora, existe a possibilidade do vírus adquirir resistência aos remédios atualmente disponíveis, o que agravaria a situação.

— O desafio é bem grande, porque para o controle do vírus Influenza nós temos basicamente dois mecanismos. Por meio das vacinas, que normalmente são mudadas a cada ano, e os [remédios] antivirais para os quais os vírus sejam sensíveis — alertou.

Segundo ela, vírus acabam adquirindo resistência aos medicamentos depois de um certo tempo. A primeira classe de remédios utilizada contra a influenza, batizada de Adamantanos, se mostrou ineficaz contra a doença após cerca de oito anos de uso.

— A resistência depende muito do quanto e de como se usa o antiviral na população. Se usar somente em alguns pacientes, tem possibilidade da resistência demorar mais a aparecer, do que se usar em larga escala na população em geral. Uma das explicações é que alguns países estavam aplicando uma dosagem menor, o que favoreceu a resistência — explica.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Anvisa libera novas drogas para combater hepatite C

Substâncias impedem a replicação do vírus no organismo

Fonte:  Site Zero Hora - 07 de novembro de 2011.

Usados na Europa e nos Estados Unidos, o telaprevir e o boceprevir foram aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso no país. O telaprevir recebeu o aval da agência neste mês e o boceprevir, em julho.

A entrada no Brasil de duas novas drogas contra a hepatite C, cujos tratamentos atuais são de baixo sucesso, pode mudar a vida dos 3 milhões de infectados no país. A expectativa é que as drogas estejam disponíveis na rede pública em 2012. As drogas são inibidores de protease e impedem a replicação do vírus.

Saiba mais sobre a hepatite C

A hepatite C é uma doença inflamatória do fígado, causada por um vírus denominado VHC. A transmissão da doença acontece quando o sangue contaminado pelo vírus penetra na corrente sanguínea, por meio de transfusão de sangue, hemodiálise, uso de seringas com sangue contaminado, entre outros.

A evolução da doença é lenta e pode chegar a mais de 30 anos sem que o doente perceba. Algumas consequências possíveis são hepatite crônica, cirrose e câncer de fígado. Tanto a cirrose como o câncer de fígado podem levar a uma indicação de transplante de fígado. A hepatite C pode ser detectada por meio de exame de sangue.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Postos da zona norte da Capital precisam de clínicos

Fonte: ABRASUS - 03 de novembro de 2011.

A Abrasus verificou nesta terça-feira (1º/11), junto com a Comissão de Saúde e Meio Ambiente da Câmara Municipal de Porto Alegre (Cosmam), a falta de clínicos para atender nos postos da região noroeste (Humaitá/Navegantes/Ilhas). A gerência local é responsável por uma região com cerca de 180 mil habitantes e, se poucos anos atrás havia 95 médicos nas equipes da região, hoje são menos de 50. Das nove equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF), quatro estão completas e outras cinco ainda estão em fase de implantação. Existem também cinco Unidades Básicas de Saúde.

A presidente da Abrasus, Terezinha Borges, lembra que o postão do IAPI, por exemplo, apresenta os mesmos problemas verificados pela entidade em visita realizada no dia 25 de abril. “Há mofo nas paredes, rachaduras, necessidade de consertos no telhado, na parte elétrica e na rampa de acesso”, relatou. Quanto aos recursos humanos, a carência decorre de fatores como a exoneração de funcionários, aposentadorias e a falta de concurso público.

Conforme o vereador Thiago Duarte, presidente da Cosmam, o objetivo das visitas é averiguar o que precisa ser feito para melhorar o atendimento prestado aos usuários do SUS. “Vamos compilar todas as atas dessas visitas e entregar um documento à Secretaria Municipal de Saúde, apontando os problemas e solicitando medidas objetivas para solucioná-los", disse.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Tratamento de câncer de mama deve começar até três meses após diagnóstico, alerta IncaInstituto Nacional do Câncer lançou novas recomendações para o controle da doença no país

Fonte:  Site Zero Hora - 01 de novembro de 2011.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) divulgou nesta segunda-feira sete novas recomendações para o controle do câncer de mama no país. Uma delas é que o início do tratamento ocorra em três meses e que os procedimentos complementares, de quimioterapia ou hormonioterapia, comecem, no máximo, em 60 dias. Além disso, a radioterapia deve ser feita em 120 dias.

As orientações complementam as lançadas no ano passado, que eram focadas em ações de prevenção, detecção precoce e informação de qualidade. Segundo o técnico da Divisão de Apoio à Rede de Atenção Oncológica da instituição Ronaldo Corrêa, desta vez, a lista é voltada ao tratamento de mulheres que já tenham tumores.

— Essas recomendações são importantes porque podem ter impacto na sobrevida das pacientes — explica.

Ele lembrou, durante o lançamento, que o câncer de mama é o tumor que mais mata a população feminina no Brasil, sendo responsável pela morte de 12 mil mulheres a cada ano.

O técnico do Inca acrescentou que a lista também traz recomendações sobre o acolhimento das pacientes. O instituto orienta que elas sejam acompanhadas por uma equipe que inclua médicos, enfermeiro, psicólogo, nutricionista, assistente social e fisioterapeuta; e que receba cuidados em um ambiente que respeite a autonomia, dignidade e confidencialidade.

— Quanto mais profissionais estiverem comprometidos com o tratamento melhor vai ser a assistência prestada a essas mulheres — ressaltou.

Ele lembrou que as recomendações não têm força de lei, mas seu cumprimento pode ser verificado pela sociedade. A lista com todas as recomendações está disponível no site do Inca. O documento impresso também será encaminhado às secretarias de Saúde dos estados e municípios.

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